O código de barras é a forma mais utilizada para a afixação de preços no comércio. Mas não basta colocar a etiqueta com a codificação nos produtos. As informações relacionadas às características da mercadoria, como nome, tipo e quantidade, devem constar junto ao código.
Os dados e o código de barras ainda que estejam afixadas no produto também precisam estar nas prateleiras e gôndolas onde os itens estão expostos, com cores em destaque.
Aos comerciantes que optam pela precificação por código de barras, outro alerta é a necessidade de instalação de leitores ópticos pelo estabelecimento, os quais devem estar em locais de fácil acesso ao consumidor para a consulta dos valores.
Essas e outras informações sobre a maneira correta de precificar estão na cartilha “Afixação de preços e fiscalização”, criada em 2012 em consequência da parceria entre a FecomercioSP e o Procon-SP.
O material ganhou uma versão digital com todas as orientações sobre os critérios a serem atendidos pelos empreendedores, bem como quanto aos cuidados que devem ser tomados a fim de evitar multas.