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A rodada de negócios Bring IT ON, realizada pela Proexport Colombia nesta segunda-feira (22), e organizada pela Fecomercio Internacional, consultoria criada pela FecomercioSP para facilitar o acesso de comerciantes ao mercado internacional, trouxe 26 empresários colombianos para mostrar as soluções que o mercado de Tecnologia da Informação do país vizinho pode oferecer às empresas brasileiras. O evento acontece na sede da Federação, no centro de São Paulo.

De acordo com o diretor executivo da Proexport Colombia no Brasil, Alejandro Peláez, as empresas colombianas têm capacidade para atender desde as pequenas até as grandes empresas brasileiras, nos mais diversos setores, e também oferecem soluções de tecnologia para o governo. “Neste primeiro dia de encontro notamos que há demanda dos setores de saúde, telecomunicações, logística e educação. Muitas empresas colombianas também desenham soluções sob medida”, explicou Pelaez.

Ele destacou que os principais fatores que tornam a Colômbia competitiva na oferta de soluções de tecnologia da informação para os países vizinhos, como Brasil, são a localização geográfica – está mais próxima do que empresas localizadas na Índia, por exemplo, facilitando o deslocamento para o atendimento pós-venda –; a familiaridade com os problemas da América Latina – como o trânsito intenso e a segurança nas transações bancárias, já tendo soluções que podem ser adaptadas para a realidade brasileira –; e o custo para desenvolver as soluções na Colômbia acaba sendo mais baixo, uma vez que os salários dos engenheiros da área giram em torno de R$ 1,5 mil (recém-formados) a R$ 5 mil (formados há cinco anos).

O evento continua amanhã (23), mas dessa vez o encontro será entre investidores brasileiros – como fundos de investimentos, venture capital e empresas de grande porte – dispostos a investir em empresas colombianas, gerando oportunidades de negócios, joint venture e parcerias entre Brasil e Colômbia.

A campanha Bring IT ON teve início este ano e já passou pelos Estados Unidos e pelo Peru. No Brasil, a expectativa é movimentar cerca de US$ 15 milhões em negociações no primeiro ano.


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