Já são menos de 10% os sites ainda vulneráveis à falha Heartbleed, aponta análise da empresa de segurança Trend Micro. A falha, descoberta no começo de abril por engenheiros do Google e da empresa de segurança cibernética Codenomicon, permite que criminosos tenham acesso a dados sigilosos em servidores com versões problemáticas do OpenSSL.
Quando a análise é por domínio, no entanto, o único que não tem mais páginas afetadas é o “gov”, válido para os EUA. No Brasil, dos mais de 3 mil sites listados sob o “br”, 11% ainda estão vulneráveis à falha.
O estudo foi feito usando como base o ranking da Alexa, que engloba 1 milhão de endereços pela internet.
Fonte: INFO