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O consumidor paulistano iniciou o ano com receio de que o custo de vida suba significativamente em 2014, diante da inflação crescente, gastos com impostos, reajuste de combustível e baixa expansão de renda e economia. 

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 17,9%, na base anual, passando de 160,6 para 131,7 pontos, o menor patamar desde março de 2009, quando marcou 128,95 pontos. Na base mensal, o indicador recuou 3,5% pontos. O indicador, apurado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), possui escala de zero, que denota pessimismo total, a 200 pontos, que indica otimismo total.

A maior baixa do indicador foi registrada no Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA), que caiu 5,8% na base mensal e 16,6% na base anual, registrando 130,2 pontos em janeiro. Já o Índice de Expectativa do Consumidor (IEC) baixou 2% entre dezembro e janeiro e caiu 18,8% no comparativo anual, marcando 132,8 pontos.

As famílias com renda abaixo de dez salários mínimos se mostraram as mais pessimistas quanto ao cenário econômico atual, com queda anual de 17,3% no ICEA para 130,7 pontos.

O ICC coleta dados junto a cerca de 2.100 consumidores no município de São Paulo.


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